\n'; document.write(barra); } } changePage();
|
|
|

Desde o contato
com os primeiros sintomas começa-se a entrar num mundo desconhecido e nada
promissor, onde se sentir bem é exceção e não regra. Necessita-se de muita
ajuda e compreensão, mas apenas o que se consegue são mais dúvidas e
incertezas.
Ainda que se tenha
vontade de desistir a necessidade nos obriga a continuar, pois é o único
caminho que nos resta.
Então é preciso
vencer os primeiros dias e daí preocupar-se com os seguintes, mas sendo assim o
que dirá o futuro? O que nos
espera? Como nos prepararmos? Estaremos
empregados e teremos condições de nos manter? Comprar remédios e fazer as
consultas e os exames médicos, tão rotineiros em nossas vidas?
E se não puder,
quem nos ajudará? O governo está cada
vez mais ausente, dificultando ao máximo a concessão de benefícios e ainda por
cima revendo aqueles que já existem.
Aonde iremos parar? E como
ficará com a privatização do seguro social pretendida pelo governo?
Só há um caminho:
a união! Então com esses breves relatos
que deixamos esperamos chamar a atenção daqueles que ainda estão em dúvida,
conscientizar os incrédulos e agregar os que estão na mesma situação:
É grande o número
de acidentes, doenças e óbitos causados pelo trabalho e pouca a atenção dada à
questão pelos órgãos responsáveis. Convidamos os trabalhadores e trabalhadoras
que sofrem estes problemas para juntos lutarmos pelos nossos direitos
trabalhistas, saúde, previdência, prevenção e segurança no trabalho, pois:
“Os problemas são diferentes,
mas as soluções são as mesmas...”
e
“Alguns problemas podemos
resolver sózinhos, mas outros não dependem só da gente...”
Última revisão: 29/06/02